sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Sexagésimo aniversário das Escolas Associadas UNESCO (SEA)

Foto daqui



Decorreu hoje em Paris, das 9:00h às 13:00h locais, uma reunião com o objetivo de apresentar e examinar a nova estratégia do SEA para 2014-2021.
Criada em 1953, com a participação de 33 escolas e de 15 estados membros, a rede de Escolas Associadas da UNESCO agrupa hoje mais de 9700 estabelecimentos de ensino em 180 países. Esta rede serve de laboratório de métodos pedagógicos inovadores e visa apoiar os professores e os alunos nos esforços desenvolvidos para responder às necessidades educativas ligadas às problemáticas atuais e do futuro. Funcionando a quatro níveis - ao nível do estabelecimento escolar, assim como às escalas nacional, regional e internacional - a Rede benificia do apoio das Comissões Nacionais da UNESCO, dos Ministérios da Educação e das estruturas fora da sede da UNESCO há sessenta anos.

NOTA: Este texto é a tradução, da nossa responsabilidade, para português da notícia apresentada na página oficial da UNESCO. 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

5 de outubro - Dia Mundial dos Professores



No âmbito da UNESCO, celebrou-se ontem, dia 5 de outubro, o Dia Mundial dos Professores. Como é hábito, a Diretora Geral, Irina Bokova, divulgou uma mensagem que, desta vez, foi de apelo em favor dos professores.
Sendo a "educação para todos" um dos Objetivos do Milénio Irina Bokova salientou na sua mensagem a necessidade de assegurar os conhecimentos e competências profissionais para uma educação de qualidade, para o que deverão benificiar de uma formação mais sólida desde o início da carreira, assim como de uma desenvolvimento profissional adequado e de um acompanhamento constantes.

Que estas palavras sejam ouvidas por quem de direito e que vingue a qualidade do ensino público, a bem dos nosso jovens.

Bom ano letivo a todos! 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Voluntariado lá fora cá dentro


 
 
Os alunos do Curso Tecnológico de Desporto, mostraram mais uma vez o seu espírito de cooperação e voluntariado, prontificando-se para embelezar a Escola Básica 1 da Constituição, que pertence ao nosso Agrupamento. Com tintas e trabalho deixaram assim a Biblioteca da Escola.
PARABÉNS!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Não deixemos secar o nosso futuro



Estimamos que entre 100 e 200 milhões de pessoas vivem em zonas áridas e semi-áridas e dispõem de reservas de água doce limitadas. Daqui até 2005, dois terços de entre elas ficarão expostas a um grave stress hídrico – face à pressão criada pelo crescimento demográfico, a produção agrícola assim como o aumento da salinidade e da poluição. O impacto das alterações climáticas vai agravar a penúria da água e igualmente aumentar a frequência dos fenómenos hidrológicos extremos. As populações mais pobres serão as mais duramente afetadas, à medida que se reforçarem os obstáculos ao desenvolvimento sustentável.
Neste dia mundial de luta contra a desertificação e a seca, devemos reafirmar a nossa vontade de sustentar as soluções inclusivas e duráveis para a gestão dos recursos em água nas zonas áridas.
Os desafios ligados à água são complexos e as soluções devem ser também elas multidimensionais. Isso necessita de uma reflexão inovadora e uma cooperação global afim de preservar os nossos ecossistemas, de erradicar a pobreza e de avançar na via da equidade social – nomeadamente a igualdade entre os sexos. Esta é a mensagem que está no centro do Ano internacional da cooperação no domínio da água das Nações Unidas, de que a UNESCO é o chefe de fila – promover uma cooperação mais estreita para responder a um crescimento da procura de acesso, de repartição das reservas e dos serviços de aprovisionamento.
A rede mundial de informação sobre a água e o desenvolvimento nas zonas áridas, dirigido pelo Programa hidrológico internacional da UNESCO demonstra a nossa vontade de reforçar a capacidade mundial de gerir os recursos de água nas regiões áridas. Esta acção aplica-se sobre quatro canais regionais na Ásia, em África, na América Latina e nos Estados Árabes, os quais favorecem a cooperação internacional e regional nas zonas áridas para uma gestão mais eficaz dos recursos de água e uma atenuação dos efeitos das catástrofes ligadas à água.
Em colaboração com a Universidade de Princeton, a UNESCO dirige um sistema experimental de vigilância e de previsão das secas destinada à África subsariana, com vista a reforçar as capacidades pela via de uma transferência de saber e de tecnologia. Tido em conta o impacto das secas em África, largamente dependente de uma agricultura pluvial, trata-se de uma importante etapa no sentido da água enquanto fonte de solidariedade.
Com a Convenção da Nações Unidas sobre a luta contra a desertificação, a UNESCO trabalha através de meios concretos para promover uma gestão duradoura nas zonas áridas. Isso deve começar no terreno, com habitantes dessas zonas, que a maior parte das vezes pertencem aos grupos mais desfavorecidos da sociedade. A água é o denominador comum de numerosos problemas – na saúde, na agricultura, na segurança alimentar e na energia. Pode também ser uma solução comum, mas isso requer um empenho de todos nós, em particular em favor daqueles que são mais atacados pela penúria da água. Esta é a promessa da UNESCO neste Dia Mundial de luta contra a desertificação e a seca.
IRINA BOKOVA
(Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO, no Dia mundial de luta contra a desertificação e a seca)

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Na Fundação José Saramago



No dia 24 de maio, decorreu na Fundação José Saramago, em Lisboa, a cerimónia da entrega do Prémio Criatividade e Inovação, que, nesta 3ª edição, teve como tema "Água e Património".
O nosso Agrupamento participou na categoria de Desenho, 1º ciclo e Texto, 3º ciclo, tendo obtido o 1º Prémio na primeira categoria com o trabalho de Guilherme Catita e Rafael Gonçalves, do 4º ano, da Escola Ribeiro de Sousa.
A sessão contou com a presença da Secretária Executiva da Unesco, Dr.ª Rita Brasil de Brito que proferiu a abertura, a Dr.ª Fátima Claudino, Coordenadora Nacional do Sistema de Escolas Associadas UNESCO, e Pilar del Rio, Presidenta da Fundação José Saramago. Depois da abertura, Pilar del Rio apresentou a curta metragem "A maior Flor do Mundo", a partir do conto de José Saramago, a cujo visionamento assistimos, um vídeo da Casa de Lanzarote e da respetiva Biblioteca, assim como um texto de Saramago sobre a cidade de Lisboa.
De seguida, foi feita a entrega dos Prémios e por fim houve uma visita guiada à Fundação.
Mais uma vez queremos salientar o mérito desta participação, esperando que sirva de motivação para uma colaboração cada vez mais alargada com o Projeto das Escolas UNESCO, como forma de enriquecer e diversificar o processo de ensino-aprendizagem, numa sociedade cada vez mais exigente quanto à necessidade de cidadãos conscientes e ativos.